Aliança Nacionalitária dos Comunardos

O PARTIDO DA ESQUERDA NACIONAL
| EMENTA | aa |
INTRODUÇÃO
A Aliança Nacionalitária dos Comunardos foi criada para ser o expoente máximo da consciência social e política do povo Português, e um dos movimentos de massas maiores de toda a Europa Ocidental e do mundo. Organizando-se no seu seio, em torno de um profundo projecto político de libertação nacional e social, como forma de abranger todos os sectores e classes sociais com consciência nacional, e com a classe operária como vanguarda e todo o povo como a sua coluna vertebral. A Aliança Nacionalitária dos Comunardos será futuramente a ferramenta básica adequada ao sistema de base das Comunas a serem criadas em Portugal, para se disputar o poder formal nos períodos de vigência da democracia popular portuguesa para o Socialismo. A característica de sermos um partido político e um movimento de massas é o que nos dá o nosso potencial revolucionário e o transformará num "facto maldito do estado burguês". A necessidade de domesticar Portugal e resgatá-lo da dependência mais profunda de toda a sua história quase milenária, requer uma eficaz unificação de forças nacionais e de esquerda como forma de, não só de nos prepararmos para o combate e a grave crise política e de identidade que se avizinha, como também para impedir que o Imperialismo, que as potências capitalistas estrangeiras e os políticos e os capitalistas nacionais traidores à pátria, quebrem a vontade independentista do povo português, destruindo a sua organização e a sua consciência. A actual ditadura bipartidária do Pacto de Regime do actual sistema político-burguês português (PS e PSD, nos governos o PP não passa de um apêndice do PSD) iniciou com os governos da AD, e depois com o Bloco Central um processo assassino de, primeiro começando com um desmantelamento e não transformação estrutural económica da economia nacional, segundo institucionalizando a consolidação de mais injustiça social e de distribuição das riquezas (ao nível de recursos naturais e histórico-culturais) nacionais, depois pondo o país a saque vendendo ao capital internacional tudo o que era viável neste país, hipotecando assim o nosso futuro e pondo em causa a soberania nacional, e por último, fazendo-nos crer de que não havia outra alternativa que não o aniquilamento da identidade do povo português. Ora o povo e os trabalhadores portugueses sabem que é Mentira, por isso uma das tarefas pendentes da actual ditadura bipartidária foi por começar a demolir a gigantesca construção política iniciada com o 25 de Abril de 1974. Havia que fragmentá-la, esvaziá-la de mística, de sentido e de conteúdo revolucionário. Havia que fazer desaparecer todo esse Movimento de Massas, a Reforma Agrária e as conquistas dos trabalhadores portugueses, para que permanecessem somente os actuais partidos burgueses contra-revolucionários e fantoches do Imperialismo, para assim aplicarem as directrizes do neoliberalismo económico do capitalismo estrangeiro no nosso país. Mas a única forma de fazerem isso era começarem nas suas próprias fileiras (em especial com o PS) com a traição dos seus dirigentes ao povo, aos trabalhadores e à doutrina da Via Portuguesa para o Socialismo. Estes dirigentes convertidos ao novo-riquismo saloio, ao liberalismo e ao capitalismo, usurparam o nome do próprio socialismo e renegaram a nossa história, e em nome de uma pseudo social-democracia moderna e europeia se aliaram ao Imperialismo contra todos os povos, destruindo definitivamente as conquistas dos trabalhadores, roubaram a riqueza acumulada pelo nosso povo nas empresas do Estado e continuaram com o seu plano ditadurial de beneficiar os grandes grupos económicos e financeiros multinacionais até venderem a preço de saldo as mesmas empresas e aos mesmos monopólios estrangeiros, excluindo assim a maioria do nosso povo se usufruir de bem estar económico e social. Mesmo hoje, com os subsídios da União Europeia, o país nunca esteve tão pobre e dependente. Foi por causa desta presente situação de grave crise económica e social e de permanente repressão sobre o povo e os trabalhadores portugueses, que surgiu a ANC. O nosso partido
não tem líderes, mas o porta-voz da Direcção
Nacional do partido, e democraticamente eleito por todas as nossas bases,
é o camarada Doutor Paulo Pitacas, antigo activista do MRPP e
ex-militante do PS, que após tomar consciência da grave
crise política, económica e social que Portugal atravessa,
fundou juntamente com outros camaradas vindos de quase todos os partidos
portugueses, uma nova organização da esquerda nacionalista
em Portugal para lutar pelos interesses do nosso povo e para reerguer
o nosso país como nação soberana no mundo. |
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